Guardas civis municipais sofrem com condições precárias de trabalho em Mauá

Por Bianca Goes

De acordo com um estudo, realizado pelo presidente da Câmara Nacional das Guardas Municipais do Brasil, Oséias Francisco da Silva, os guardas civis municipais da região sofrem com condições precárias de trabalho e déficit de profissionais. A cidade de Mauá vem enfrentando dificuldades com este problema.

Materiais sucateados, coletes vencidos, falta de recursos humanos e até mesmo problemas com salários, têm sido os principais problemas vividos pelos profissionais da área de segurança. De acordo com a constituição, a lei número 1322, de 2014, prevê poder de polícia aos guardas municipais do país.

Em Mauá, o principal problema enfrentado é com o uso dos coletes vencidos. Desde 2016, os profissionais sofrem com esta realidade e são comprometidos no exercício da função. Segundo um anúncio realizado pelo governo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, BNDES, liberou uma quantia de R$ 10 bilhões em investimentos nos municípios na área de segurança pública. Tal medida econômica, seria a solução de melhoria na realidade do ABC, segundo Oséias Francisco da Silva, responsável pelo estudo.

Procurada, a prefeitura de Mauá informou em nota: “A prefeitura de Mauá informa que os coletes estão em fabricação com previsão de entrega nos próximos 30 dias. Vale ressaltar que o material está vencido desde maio de 2016, período que corresponde ao governo anterior. Assim que a administração “Um Novo Tempo” assumiu, em janeiro de 2017, iniciou os trâmites para compra dos coletes.Trata-se de um certame que necessita da autorização de órgãos municipais, estaduais e federais, incluindo o exército, por isso a demora na licitação que foi elaborando e atendendo os princípios da economicidade e lisura ao dinheiro público.”