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Auricchio fecha secretariado

O prefeito eleito de São Caetano do Sul, José Auricchio Júnior, anunciou na manhã desta quinta-feira (22) o restante de seu secretariado, fechando assim a equipe de primeiro escalão que o auxiliará na condução do município a partir do dia 1º de janeiro de 2017. Poucas horas depois do anúncio, Auricchio e o vice eleito, Beto Vidoski, comandaram a primeira reunião com toda a equipe.

Foram confirmados nesta quinta Marisa Catalão (Chefia de Gabinete), Rodrigo Toscano (Governo), Mylene Benjamin Giomettigambale (Controladoria Geral do Município, a ser criada), Janice Paulino Cesar (Educação), o médico Cristiano Gomes (Direitos da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida), Silvio Augusto Minciotti (Desenvolvimento Econômico e Relações de Trabalho, que com a reforma administrativa deve abrigar também as áreas de Inovação e Relações com as Universidades), o juiz aposentado José Luiz Toloza Oliveira Costa (Assuntos Jurídicos), a delegada classe especial Elaine Maria Biasoli (Segurança) e a procuradora Marceli Carla Munari Braga De Souza (Procuradoria Geral do Município).

Eles se somam aos já anunciados Beto Vidoski (que acumulará o cargo de vice-prefeito e o comando da pasta de Esporte e Turismo), Silvia Campos (Planejamento e Gestão), Enio Moro (Obras e Habitação), João Manoel da Costa Neto (Cultura), Jefferson Cirne da Costa (Fazenda), Erica Mateo (Assistência e Inclusão Social), Regina Maura Zetone (Saúde), Iliomar Darronqui (Serviços Urbanos) e Filinto Teixeira (Mobilidade Urbana).

Prefeito eleito anuncia congelamento de 30% dos cargos
Durante o anúncio dos últimos nomes de seu secretariado, o prefeito eleito, José Auricchio Júnior, disse que será necessária uma reforma administrativa, com uma série de ajustes. A principal delas é o congelamento de pelo menos 30% dos cargos comissionados e a extinção da Secretaria da Comunicação, que passará a ser uma subsecretaria, bem mais enxuta e vinculada ao Governo. A pasta a ser comandada por Rodrigo Toscano abrigará ainda as subsecretarias de Assuntos Institucionais (que ficará com o atual vereador Gérsio Sartori), e Tecnologia da Informação.

A criação da Controladoria Geral do Município e outros ajustes terão de passar pela Câmara, mas Auricchio já tem conversado com vereadores.

Ele fez questão de fazer o que chamou de “registro público” sobre o impacto da não realização de uma transição no diagnóstico e planejamento dos primeiros momentos do novo governo. “Estamos trabalhando com dados obtidos de maneira indireta. Porque o atual secretário da Fazenda, com total falta de cordialidade e valores republicanos, não quis receber nossa equipe. Achou que estava nos prejudicando, mas atrapalhou a população”.

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