Cai a taxa de mortalidade no trânsito do Grande ABC

Da redação

Estudo divulgado ontem (25) pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) demonstra queda na taxa de mortalidade por acidentes de trânsito no Grande ABC em período de 20 anos. Com exceção de Rio Grande da Serra, em seis municípios da região a quantidade de óbitos caiu quase pela metade, em comparação com o período de 1995 a 2015. Os números, ainda assim, são avaliados como graves pelos especialistas, que apontam diferença dos casos apontados com a quantidade real de vítimas fatais no sistema viário,

A região conseguiu diminuir em 50,54% a quantidade de mortes no trânsito – de 461 para 228 – entre 1995 e 2015. A variação ainda não é ideal. O alto número de mortes no trânsito passa a ser visto como problema principal a ser revolvidos pelos municípios até 2020, quando vence o prazo estipulado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para que países diminuam até pela metade os números de mortes no trânsito.

Para alcançar tal resultado, especialistas pedem com urgência a interação de modais nas cidades, vendo o aumento da frota de veículos, que, segundo informações do Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo), cresceu 135%, do ano de 1997 até 2015. Passou de 748 mil para 1,7 milhão.

Segundo a Fundação Seade, a cidade de São Caetano é, hoje, modelo em ações de prevenção no trânsito. Já Rio Grande da Serra apresenta o estado mais alarmante, explicado pela falta de investimento em seu sistema viário.