Câncer na tireoide afeta 50% das mulheres com mais de 50 anos

Da redação

Cerca de 50% das mulheres acima dos 50 anos são diagnosticadas com nódulo na tireoide. Porém, em aproximadamente 90% dos casos os nódulos são benignos.

Hoje em dia, o câncer de tireoide já se encontra entre as dez neoplasias malignas mais frequentes em mulheres brasileiras. A incidência deste câncer tem progredido em parte devido ao aumento no diagnóstico. Hoje em dia são feitos mais exames cada vez mais precisos e detectamos nódulos cada vez menores.

Com o aumento da idade, a frequência de nódulos tireoideanos entre as mulheres continua a crescer, até que em centenárias, a presença de nódulos na tireoide ao exame de ultrassom é regra, e não exceção. A maioria das mulheres não sabe que o nódulo está lá porque muitas não tiveram o hábito de fazer exames de rotina durante grande parte das suas vidas.

Quando o nódulo tem até três centímetros, costuma ser assintomático (sem dor, desconforto, mudanças físicas visíveis ou qualquer outro sintoma). A melhor forma de avaliar a glândula tireoide em relação à presença de nódulos é através da ultrassonografia, um exame simples e rápido.

Como este exame tem sido realizado cada vez mais na rotina da mulher adulta, muitas vezes solicitado pelo ginecologista entre os exames anuais, têm-se descoberto tumores cada vez menores, que podem ser tratados precocemente.

O tumor maligno mais comum da tireoide é o carcinoma papilífero, e este, quando diagnosticado precocemente, apresenta excelentes taxas de cura.