Foto: Alex Wong / Getty Images / AFP / CP

Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças simplificaram suas diretrizes nesta terça-feira, 27, sobre o uso de máscaras ao ar livre, dizendo que as pessoas totalmente vacinadas não precisam mais cobrir o rosto, a menos que estejam em uma grande multidão.

E aqueles que não foram vacinados também podem sair sem máscaras em algumas situações, informou o órgão.

Em seu comunicado, o CDC afirma que, totalmente vacinadas ou não, as pessoas não precisam usar máscaras ao ar livre quando caminham, andam de bicicleta ou correm sozinhas ou com seus familiares. Eles também podem ir sem máscara em pequenas reuniões ao ar livre com pessoas totalmente vacinadas.

Mas, as pessoas não vacinadas – definidas pelo CDC como aquelas que ainda não receberam as duas doses da vacina Pfizer ou Moderna ou a dose única da Johnson & Johnson – devem continuar usando máscaras em reuniões ao ar livre que incluem outras pessoas não vacinadas. Elas também devem continuar usando máscaras em restaurantes ao ar livre.

No entanto, todos devem continuar usando máscaras em eventos ao ar livre lotados, como shows ou eventos esportivos. A agência continua recomendando máscaras em locais públicos fechados, como cabeleireiros, restaurantes, shopping centers, academias, museus e cinemas, dizendo que ainda é o caminho mais seguro até para pessoas vacinadas.

Durante a maior parte do ano passado, o CDC aconselhou os americanos a usarem máscaras ao ar livre se estiverem a menos de 2 metros um do outro. A nova orientação representa outra etapa cuidadosa no caminho de volta ao normal depois do surto de coronavírus que matou mais de 570.000 pessoas nos EUA.

Mais da metade dos adultos (cerca de 140 milhões de pessoas) já foi vacinada com pelo menos uma dose e mais de um terço foi totalmente vacinado – o que pesou na decisão desta terça-feira.

A diretora do CDC, Dra. Rochelle Walensky disse que a decisão foi impulsionada pelo aumento do número de vacinações; declínios em casos de COVID-19, hospitalizações e mortes; e pesquisas mostrando que menos de 10% dos casos documentados de transmissão do vírus ocorreram ao ar livre.

Para ler o comunicado na íntegra, clique aqui.

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