Cinto de segurança reduz risco de morte no trânsito

Da redação

Conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro, a utilização do cinto de segurança é exigida a todos os motoristas e passageiros de automóveis. Ele é dispensável somente nos veículos em que é permitido o transporte de pessoas em pé, como os ônibus urbanos e micro-ônibus produzidos até 1º de janeiro de 1999.

Deixar de utilizar o cinto de segurança é infração grave, com multa de R$ 195,23, além de cinco pontos na habilitação do condutor. Em 2016, o Detran.SP aplicou um total de 135.915 multas no perímetro urbano pela falta do uso de cinto de segurança, tanto por condutores quanto por passageiros.

Além do Detran.SP, por meio da Polícia Militar, as prefeituras e órgãos de trânsito rodoviários, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também fiscalizam o uso do equipamento.

O uso do cinto de segurança reduz o risco de morte em 45% em ocupantes no banco da frente e, no traseiro, em até 75%, de acordo com estudo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Levantamento da Artesp aponta que 57,4% das vítimas fatais do banco traseiro estavam sem o cinto nos acidentes ocorridos entre janeiro de 2012 e junho de 2016 nas rodovias paulistas concedidas.