Coluna: folha salarial do Palmeiras perto dos R$ 10 milhões; lateral corintiano pode ir à Grécia; Ceni em apuros; brasileiros em baixa…

Leandro Pereira foi contratado por empréstimo gratuito e ganhará R$ 200 mil mensais
Leandro Pereira foi contratado por empréstimo gratuito e ganhará R$ 200 mil mensais

Líder isolado do Brasileirão, o Palmeiras é dono da maior folha salarial entre os grandes de São Paulo. De acordo com o balanço financeiro de maio, o Verdão desembolsou R$ 9,2 milhões com o elenco profissional. O valor aumentaria com as chegadas de Mina e Leandro Pereira, que juntos faturam cerca de R$ 400 mil. Porém, as saídas de Cristaldo e Leandro Almeida farão com que quase não exista aumento.

Em maio, foram R$ 5,6 milhões com pagamentos de salários em carteira e outros R$ 3,6 milhões com direitos de imagem. Na comparação com os rivais, vale lembrar que o Corinthians gasta R$ 7 milhões, contra R$ 5,6 milhões do São Paulo e R$ 4,3 milhões do Santos.

Mas o torcedor palmeirense não deve se preocupar com os gastos. O clube tem tido lucro desde o início do ano, graças ao acréscimo de uma série de receitas, com patrocínio, sócio-torcedor, bilheteria… A situação está tão cômoda que o Palmeiras já devolveu R$ 20 milhões ao presidente Paulo Nobre desde janeiro.

Na Grécia?
Eleito o melhor lateral-direito da Copa São Paulo, o corintiano Léo Príncipe pode se transferir para o Panathinaikos, da Grécia. Empresário do jogador, Marcelo Robalinho está em Atenas para resolver essa questão e a que envolve outro cliente.

Novo alvo
O Corinthians imaginou que Léo Príncipe poderia se tornar o reserva imediato de Fagner depois da negociação de Edílson com o Grêmio. Léo, inclusive, foi devolvido pelo Oeste, mas não encantou a comissão técnica. Tanto que Gilberto, lateral da Fiorentina, está na mira.

Terceiro ano
Com a derrota do São Paulo para o Atlético Nacional por 2 a 0, na quarta, é grande a chance de o Brasil chegar ao terceiro ano consecutivo sem um representante na final da Libertadores. O último clube a chegar na decisão foi o Atlético-MG, campeão em 2013.

Roendo unha
Rogério Ceni assistiu com muita aflição ao tropeço tricolor no Morumbi. “Ele fica nervoso demais. É porque tem uma identificação muito grande com o São Paulo”, justifica Aloísio Chulapa, ex-parceiro do Mito no Tricolor. Eles viram a semifinal de um camarote.