Foto: Reprodução / CNN (06 março 2021)

O governo do Paraguai anunciou no ontem (14) a assinatura de um decreto presidencial que determina novas restrições para evitar o colapso do sistema de saúde por falta de leitos nos hospitais em meio à saturação de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) devido à crise do Covid-19.

O anúncio foi feito por três ministros do Poder Executivo: Saúde, Educação e Interior. O Paraguai chegou a um ano do primeiro caso do novo coronavírus em meio a uma de saúde e política – a oposição pede o impeachment do presidente Mario Abdo Benítez.

Algumas das restrições anunciadas entrarão em vigor a partir desta segunda-feira (15) e outras a partir de quinta-feira (18).

Borba informou que o novo decreto prevê que a partir desta segunda-feira as atividades de trabalho serão reduzidas ao mínimo indispensável de pessoas, tanto para o setor público como privado. O responsável pela pasta da saúde adiantou que a prática de esportes amadores e de contato será suspensa.

O ministro do Interior, Arnaldo Giuzzio, anunciou a proibição de circulação entre 20h e 5 da manhã. Na capital, Assunção, e outras 23 cidades consideradas “zonas vermelhas” devido ao aumento das infecções, a medida entrará em vigor na quinta-feira e valerá até o dia 4 de abril.

Já o  ministro da Educação, Juan Manuel Brunetti, acrescentou que a partir de quinta as aulas presenciais serão suspensas nestas 24 localidades consideradas “zonas vermelhas” e serão ministradas virtualmente.

O Ministério da Saúde informou no domingo (14) que o Paraguai registra um total de 3.476 pessoas mortas por Covid-19, 1.387 pacientes internados e 349 pessoas em UTIs. O total de casos confirmados no país, segundo o governo, é de 180.014.

(Texto traduzido; leia o original em espanhol)

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