Trânsito completamente parado por conta de protesto na Marginal Tietê em SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Um grupo de caminhoneiros realizava um protesto na Marginal Tietê, no sentido da Rodovia Ayrton Senna, na altura do Cebolão, no início da manhã desta sexta-feira (05.mar), em São Paulo. As pistas expressa, central e local estavam totalmente interditadas.

A manifestação, que começou por volta das 5h30 na Rodovia Castello Branco, bloqueou o entroncamento entre as duas marginais, na chegada a São Paulo, com faixas.

Por volta das 6h, havia congestionamento nas marginais Tietê, Pinheiros e na rodovia Castello Branco. A lentidão chegava até a praça de pedágio de Alphaville, em Barueri, da Castello Branco.

Na via local da marginal, alguns motoristas de carros particulares e motociclistas eram liberados pelos manifestantes e conseguiam passar. Nas pistas central e expressa, os manifestantes liberavam a passagem de alguns veículos e bloqueavam em seguida.

A Polícia Militar e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estavam no local.

Protesto contra medidas restritivas da gestão estadual paulista — Foto: Abraão Cruz/TV Globo

Para tentar evitar o protesto, a dica é que o motorista que estava na Castello Branco, devia pegar o Rodoanel e as rodovias Anhanguera ou Bandeirantes. Já o motorista que seguia na Marginal Pinheiros, no sentido Castello, devia procurar caminhos alternativos e desviar pelas pontes Eusébio Matoso, Cidade Universitária ou Jaguaré.

Outra manifestação de caminhoneiros interdita a Avenida Teotônio Vilela, perto do Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, também interditava o trânsito na região.

A CET informa que o rodízio municipal foi suspenso para os veículos de placas finais 9 e 0.

A secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, pediu aos manifestantes que as vias sejam liberadas neste momento caótico da pandemia, pois dificulta a chegada de insumos e de pacientes aos hospitais, e ressaltou que não há como flexibilizar a fase vermelha do Plano São Paulo nas próximas duas semanas. “Estamos em uma operação de guerra pela vida”, disse.

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