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Diadema aumenta em mais de 57% o número de vagas para pessoas em situação de rua durante pandemia e inverno

Este é o quarto ano em que a Prefeitura de Diadema, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (SASC), realiza a Operação Inverno com o objetivo de potencializar ações voltadas às pessoas em situação de rua durante esse período mais frio.

“Este ano, com a implantação do Centro de Acolhida Emergencial, a expectativa é ampliar o atendimento integral, preservando a população em situação de rua das baixas temperaturas e do risco de contágio do novo coronavírus. Para tanto, o Serviço de Abordagem Social intensificou as intervenções para aumentar o alcance a essa população”, explicou o secretário de Assistência Social e Cidadania, José Luiz Rizzo.

Em virtude da pandemia, a SASC estabeleceu contrato emergencial para criação de duas unidades de Centro de Acolhida que, ao todo, ofertam 40 vagas. Essa iniciativa é mais uma medida de enfrentamento ao novo coronavírus. Cada Centro de Acolhida conta com atendimento 24h e prevê permanência por 14 dias para cada pessoa, alimentação, dormitório e entretenimento. A empresa executora do serviço é a ABASC (Associação Brasileira de Ação Social Cristã) e o encaminhamento também deve ser feito pelo Centro Pop ou pela Saúde para os casos de suspeita ou confirmação de Covid-19.

Além disso, a Prefeitura de Diadema mantém convênio com duas organizações da sociedade civil para a oferta, durante o ano todo, de 70 vagas em acolhimento noturno, sendo que a inserção é realizada após referenciamento e encaminhamento do Centro Pop.

O Centro Pop oferece apoio por meio de ações que vão desde a oferta de banho, uso do guarda volume, realização de ligações telefônicas (que contribui para quem está em busca de trabalho ou de retomada de vínculos com a família) até articulações mais complexas, como a busca de albergues, atendimentos na área de saúde e outros serviços nos quais a população em situação de rua se sinta acolhida. Além disso, a equipe técnica – composta por assistente social, psicóloga e educador social – realiza estudo dos casos de forma que a rede municipal de assistência possa ser acionada para que os usuários acessem programas e serviços de acordo com suas necessidades e dentro dos seus direitos. Por mês, são realizados em média 750 atendimentos e 40 ações de abordagem social.

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