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Dicas para gastar menos nas compras de material escolar

Da redação

Foto: Reprodução/ Agência Brasil

Dentre os diversos gastos de janeiro, a compra do material escolar é um dos que mais geram impacto nas finanças da família. Por isso, é importante estar orientado sobre como economizar na região.

Quem não poupou, precisa agir respeitando a situação financeira atual e fazer muitas pesquisas, considerando que a variação de preços entre lojas pode chegar a 457,14%, de acordo com o Procon-SP. Recente medida provisória (n.º 764) tornou legal a diferença de preços de acordo com a forma de pagamento, portanto o consumidor deve aproveitar para negociar valores, especialmente se for pagar à vista.

Confira 8 orientações para economizar nas compras de material escolar:

1- Antes de ir às compras, é importante fazer uma análise sobre quais itens do ano passado podem ser usados novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo;

2- Em relação aos livros, que costumam ser caros, é válido procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível;

3- É válido reunir alguns pais e comprar itens por atacado. Lápis, canetas e borracha são alguns dos que podem ser adquiridos em maior quantidade, já que é comum a necessidade de reposição no decorrer do ano;

4- É imprescindível pesquisar em pelo menos três lojas e para optar pelo menor preço. Ao comprar tudo na mesma loja, barganhe por descontos no valor total;

5- No dia das compras, é importante conversar com o filho sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado;

6- Itens ilustrados com personagens costumam ser mais caros, portanto é válido conversar com a criança sobre a utilidade do material. É válido incentivar a personalização das capas dos cadernos e das agendas;

7- É importante dar preferência a itens duráveis e resistentes, que possam ser reutilizados nos anos seguintes, gerando economia para o bolso e sustentabilidade ao meio ambiente;

8- O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas se não for possível, é preferível assumir poucas parcelas e que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2017 por vários meses.