Doria confirma Morando na equipe de transição

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, foi confirmado na manhã desta segunda-feira (03/12) como membro da equipe de transição do governador de São Paulo eleito, João Dória, cujos trabalhos serão coordenados pelo futuro vice-governador e secretário de Governo, Rodrigo Garcia. Alojado no prédio da Caixa Econômica Federal (CEF) da Avenida Paulista, o grupo é responsável por reunir informações para a passagem entre a gestão do atual governador, Márcio França, e do sucessor eleito.

O anúncio foi feito durante evento realizado na Capital para apresentação dos novos secretários estaduais de Transportes Metropolitanos (Alexandre Baldy) e Logística e Transportes (Octaviano Machado Neto), além dos presidentes da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e da Companhia de Saneamento Básico do estado (Sabesp), Patricia Iglecias e Benedito Braga, respectivamente.

“Já vinha colaborando, por meio do conselho, e, agora, com o convite do Rodrigo Garcia e do João, poderei ajudar ainda mais com este processo de transição. Durante as horas de almoço, aos fins de semana e à noite tenho ajudado a buscar o maior número de informações para iniciar o governo, missão esta que se encerra no dia 31 de dezembro”, explicou o chefe do Executivo. De acordo com Morando, secretários municipais de São Bernardo ajudaram na formulação do plano de governo que será executado por Doria e seguirão auxiliando os nomes já anunciados pelo tucano no primeiro escalão do governo estadual.

“O Orlando, ao lado do Rodrigo e de uma equipe técnica competente e dedicada, está conduzindo todo o processo de transição de governo. Por isso agradeço o empenho dele e de todo o time que vem trabalhando no processo de transição”, pontuou o governador eleito. Durante o processo eleitoral, Morando já havia atuado como articulador e um dos principais coordenadores da campanha do tucano.

Um dos papéis da equipe é a elaboração de diagnóstico da situação atual do governo do Estado, sob aspecto financeiro, além da definição de estratégias para o enxugamento de gastos públicos e de prioridades para cada área de atuação, como saúde, educação e transporte, sem que haja descontinuidade nos serviços públicos.