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Em São Bernardo, 2ª fase de inquérito epidemiológico confirma baixa prevalência de casos na Educação

Investigação junto ao setor mostrou que número de casos dobrou em relação à primeira onda, mas prevalência da Covid-19 segue baixa na rede municipal

A 2ª etapa do inquérito epidemiológico realizado pela Prefeitura de São Bernardo junto ao setor da Educação confirmou a baixa prevalência de Coronavírus entre alunos, professores e demais profissionais do setor que atuam na rede municipal do 1º ao 5º ano.

Na segunda etapa do inquérito, 2.097 pessoas foram testadas, sendo 1.230 alunos e 867 profissionais da Educação, com realização de questionário a respeito das condições de saúde e habitação e aplicação do exame sorológico. O objetivo é ampliar o mapeamento a respeito da evolução da Covid-19 na Educação.

Nos mesmos moldes da primeira etapa, foi utilizada metodologia com testes aplicados de forma aleatória, com sorteio entre escolas municipais dos nove territórios da cidade. As coletas de exames e de informações são realizadas pelas Equipes de Saúde da Família, cumprindo todos os protocolos de segurança exigidos pela Vigilância Sanitária.

Os resultados confirmaram que o vírus continua ativo no município, em partes devido ao período de maior flexibilização da pandemia, com a região metropolitana inserida da Fase Verde do Plano São Paulo. Ainda assim, está sendo eficaz o isolamento social, neste momento de quarentena, com prevalência de 1,3% do vírus entre os alunos e 1,5%, entre os profissionais do setor, de acordo com o secretário de Saúde, Dr. Geraldo Reple Sobrinho.

“Na segunda amostra, apenas 16 estudantes e 13 profissionais testaram positivo. Embora os números tenham dobrado em comparação à primeira etapa, podemos confirmar que estas pessoas continuam pouco expostas ao vírus, o que coloca a certeza da importância do distanciamento social”, analisou o chefe da pasta.

A análise das duas fases, assim como demais ações da Saúde, segue sendo fundamental na tomada de decisões para enfrentamento da pandemia. “Fica cada vez mais evidente que o vírus ainda está circulando em nossa cidade, em todas as comunidades e quanto maior a flexibilização, maior será a exposição das pessoas e de seus familiares. Neste sentido, a volta às aulas é uma destas iniciativas que preocupa”, complementou Dr. Geraldo.

 

RESULTADOS DA PRIMEIRA ONDA – A primeira onda da pesquisa, realizada entre os dias 29 e 30 de setembro e 1° de outubro, com testes aplicados em 2.576 pessoas, sendo 1.470 alunos e 1.106 profissionais da Educação, apontou uma prevalência de 0,54% entre alunos e 0,67 entre os profissionais. Dos positivos, foram 8 estudantes e 7 profissionais.

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