Justiça proíbe Metodista de efetuar novas demissões, sob pena de multa

Após pedido feito pelo Sinpro ABC (Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo e São Caetano), por meio de ação civil pública, a Justiça do Trabalho determinou ontem (09), que a Universidade Metodista de São Paulo justifique dentro de cinco dias os motivos das demissões dos docentes já dispensados, e também daqueles cujo desligamento está previsto. A decisão proíbe ainda que a instituição realiza novos cortes, sob pena de multa de R$10 mil por empregado dispensado.

De acordo com o sindicato, pelo menos 66 docentes – 50 do Ensino Superior e 16 da Educação Básica, foram demitidos desde o fim do ano passado. Por meio de comunicado, a Metodista tentou justificar os cortes e mudanças que vêm sendo realizadas com a crise econômica brasileira.