Ministro diz que programas do MEC têm que ser avaliados

Da redação

mecO ministro da Educação, Mendonça Filho, disse hoje (6) que os programas da pasta do MEC não passam por “avaliação efetiva” e que é preciso mudar esse quadro para otimizar a aplicação dos recursos e ampliar a eficiência das ações.

“Há ausência de avaliação em relação aos principais projetos no âmbito do ministério da educação. Cito alguns exemplos: Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar), Mais Educação, Ciência sem Fronteiras e Ensino Médio Inovador. Acho que qualquer política pública precisa ser avaliada continuamente para otimizar os recursos aplicados e, em outras situações, redirecionar o que for necessário para que essa política pública possa atingir os objetivos”, disse o ministro à Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Aos senadores, ele apresentou dados que mostram que houve aumento do orçamento para a área nos últimos anos e disse que a qualidade da educação não acompanhou na mesma proporção a evolução dos recursos. Os números apontam que, em 2002, o orçamento era de cerca de R$ 44 bilhões, atingiu o pico de R$ 137,2 bilhões em 2015 e para 2016 é de R$ 130,4 bilhões.