Gabrielle Ludwig, ex-veterano da Marinha Americana e ex-jogador de basquete masculino, voltou ao esporte ocupando vaga num time feminino após fazer cirurgia para mudança de sexo aos 50 anos| Foto: Divulgação

A Câmara estadual do estado do Mississipi, nos Estados Unidos, aprovou, na quarta-feira (03.mar), um projeto de lei que proíbe que atletas transgêneros participem de esportes femininos em competições realizadas em escolas e universidades estaduais. A medida busca evitar que homens biológicos disputem competições com mulheres – estudos científicos apontam que homens que se submetem à transição de gênero têm vantagem nos esportes femininos.

Em 11 de fevereiro, o Senado estadual do Mississipi já havia aprovado o projeto de lei, que agora segue para sanção ou veto o governador republicano Tate Reeves. Caso a lei seja sancionada, o Mississippi se tornará um dos mais de 20 estados dos EUA que possuem restrições a atletas transgêneros que jogam em equipes esportivas que não se alinham com seu sexo biológico. Alguns estados impõem restrições aos competidores transgêneros, e outros tratam dos casos individualmente. De acordo com levantamento da Fox News, 17 estados norte-americanos permitem que atletas transgêneros do ensino médio participem de esportes sem regulamentação.

Na primeira semana de governo, o presidente Joe Biden pediu às escolas de todo o país que permitam que os alunos participem de esportes com sua identidade de gênero escolhida.

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