Operação Noite Tranquila completa 6 meses em São Bernardo

Da redação

Um dos principais planos de ação no setor da Segurança da Prefeitura de São Bernardo, sob gestão do prefeito Orlando Morando, a “Operação Noite Tranquila” completou, nesta segunda-feira (13), seis meses de efetividade no município com resultados expressivos no combate aos chamados pancadões, perturbação da ordem e demais ações que ferem o respeito e a lei da tranquilidade da sociedade são-bernardense.

Ao longo de 180 dias, o plano registrou os seguintes números: 7.083 pessoas abordadas, 124 intervenções em eventos “pancadões” em vias públicas; 93 intervenções em “pancadões” em instalações irregulares (galpões, salões, chácaras, etc.), 211 intervenções em residências com som acima do permitido. Além destas, foram feitas fiscalizações em 987 bares, sendo que 99 bares foram interditados pela Vigilância Sanitária e outros 59 estabelecimentos (bares, galpões, chácaras, etc.) lacrados pela Secretária de Planejamento Urbano (falta de alvará).

Neste período, foram emitidas 293 multas de som acima do nível estabelecido, 2.922 multas de trânsito, além da apreensão de 44 aparelhagens de som. A força-tarefa apreendeu 68 máquinas “caça-níquel” e 47 pessoas foram presas.

Comandada pela Secretaria de Segurança Urbana, por meio da Guarda Civil Municipal (GCM), a força-tarefa foi iniciada com o apoio presencial da Secretaria de Serviços Urbanos, Obras, Transporte e Vigilância Sanitária. Meses depois, recebeu a parceria das polícias civil e militar, potencializando sua atuação pelos bairros da cidade. O “Noite Tranquila” respalda sua aplicação na Lei Municipal nº 6.323 de 19/12/13, que versa a coibição de perturbação do sossego da população, por meio de ruídos ou sons excessivos de qualquer natureza.

Funcionalidade

A operação é desenvolvida todos os fins de semana (sexta, sábado e domingo) e feriados com horário definido das 20h às 4h (sexta e sábado) ou 16h às 2h (domingo). O horário pode ser alterado em razão da demanda operacional.

Os locais de atuação são definidos previamente pela GCM, por meio de informações obtidas por munícipes e do Serviço de Inteligência da GCM e da PM. Também podem ser alterados durante a execução em razão da demanda operacional de ligações 153 e 190. As abordagens são feitas em estabelecimentos comerciais, pessoas, veículos ou outros que infringem a lei.