Paulo Nobre revela ao COF negociação com patrocínio grande ao Palmeiras

Presidente garante que acerto não tem a ver com o uniforme, que já está lotado
Presidente garante que acerto não tem a ver com o uniforme, que já está lotado

A aprovação das contas do mês de junho não foi o único tema da reunião do COF (Conselho de Orientação Fiscal) do Palmeiras, na última segunda-feira. Durante a reunião, , na Academia de Futebol,  o presidente Paulo Nobre contou que negocia um patrocínio grande, com a possibilidade de anúncio para os próximos dias.

A notícia surpreendeu a todos, já que 100% das propriedades do uniforme estão ocupadas por Crefisa e FAM (Faculdade das Américas), empresas do mesmo dono. Nobre, então, esclareceu que não se trata de um patrocinador para a camisa.

Os cofistas imaginam que o acordo pode estar relacionado à Academia de Futebol, palco dos treinos do Verdão. Era a Crefisa quem bancava as obras para a construção do hotel e de um moderno sistema de recuperação física e médica. A briga entre o dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, e Paulo Nobre fez com que as obras fossem interrompidas.

O Palmeiras alega não ter dinheiro para tocar a conclusão das reformas e procura no mercado uma empresa que ponha dinheiro em troca, eventualmente, do nome do CT. Essa negociação chegou a ser feita com a empresa do mercado financeiro e a Academia poderia se chamar CT Crefisa, ou algo do gênero.

Na reunião de segunda-feira, o COF aprovou as contas do mês de junho, que fecharam com superávit de R$ 4,5 milhões. No total, o Palmeiras acumula R$ 30 milhões de lucro em 2016, embora, de acordo com os cofistas, esse valor seja apenas contábil.

 

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