Você sabe se beijar os filhos na boca é prejudicial? Confira aqui

Da redação

beijo

É fato que o beijo é um gesto de carinho essencial para desenvolvimento afetivo de uma criança, mas o ato de beijar crianças na boca deve ser evitado, pois pode estimular a sexualidade da criança a se manifestar mais cedo.

Assim como acontece com famílias que tomam banho juntas ou que dormem na mesma cama, a depender da forma como esses gestos são colocados, eles podem, sim, estimular a erotização precoce.

Um dos maiores riscos é a criança vivenciar essa prática e agir da mesma forma em outras situações, com outras pessoas, e ser mal interpretada – não porque ela está pensando no ato sexual, pois ela ainda não tem experiências que liguem essa demonstração de afeto com sua sexualidade, mas sim porque tem aquilo como algo natural para si, enquanto para o outro pode não ser.

Por isso é importante explicar que aquilo é feito em família, que existe o pai e a mãe (ou dois pais, ou duas mães, a depender da configuração familiar), que eles namoram e beijam e trocam carinhos de uma forma específica; e existe o filho, que recebe carinho de filho, que é diferente dos outros. Essa diferença deve ser clara e aplicada em outras composições de grupo, como na escola, na casa dos tios e avós ou amiguinhos.