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Justiça decreta prisão de secretários acusados de desviar verba nas obras do Museu do Trabalhador

Da redação

A Justiça Federal decretou prisão preventiva dos secretários de Cultura e de Obras de São Bernardo, Osvaldo de Oliveira Neto e Alfredo Luiz Buso. Os gestores são alvos da Operação Hefesta – investigação conjunta da Polícia Federal e da Procuradoria da República sobre fraudes e desvio de R$ 7,9 milhões na licitação para construção do Museu do Trabalho e do Trabalhador, em São Bernardo do Campo. Os investigados ficarão presos por tempo indeterminado.

Além dos secretários, a Justiça Federal impôs a preventiva aos empresários Antonio Célio Gomes de Andrade (empresa CEI), Eduardo dos Santos e Gilberto Vieira Esguedalho (estes da empresa Cronacron), responsáveis por pessoas jurídicas supostamente de fachada contratadas para o empreendimento até hoje inacabado.

Todos estavam em regime de prisão temporária, desde a deflagração da Hefesta.

Ao mesmo tempo, a Justiça Federal mandou soltar outros três investigados, o ex-subsecretário de Obras Sérgio Suster, o empresário Artur Anísio dos Santos e, ainda, Francisco de Paiva Fanutti, do escritório Brasil Arquitetura.

 

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